Ela pode acontecer de forma ocasional, mas quando se repete e causa incómodo vale a pena investigar.
Muitos homens que utilizam o medicamento já apresentam fatores de risco cardiovasculares importantes, e a própria atividade sexual provoca aumento transitório do trabalho cardíaco. Por isso, a preocupação maior não é o uso correto da tadalafila por um indivíduo cardiovascularmente estável, mas seu uso por pessoas com doença cardíaca grave ou instável, ou em combinação com medicamentos contraindicados, principalmente nitratos. Um medicamento genérico aprovado pelos órgãos reguladores precisa demonstrar equivalência farmacêutica e bioequivalência em relação ao medicamento de referência. Portanto, a tadalafila genérica aprovada deve proporcionar efeito clínico equivalente ao Cialis®, desde que utilizada na mesma dose e nas mesmas condições. A tadalafila utilizada para disfunção erétil e hiperplasia prostática benigna obviamente tem indicações destinadas aos homens, e não há indicação estabelecida para tratar disfunção sexual feminina.
Entretanto, isso não significa que a tadalafila seja simplesmente “contraindicada para mulheres”. O medicamento também é utilizado no tratamento da hipertensão arterial pulmonar, doença que pode afetar homens e mulheres. Mulheres com hipertensão arterial pulmonar podem, portanto, receber tadalafila quando essa for a estratégia definida pelo especialista. Há inclusive informações específicas sobre gravidez nas formulações destinadas ao tratamento da hipertensão arterial pulmonar. A tadalafila pode começar a facilitar a ereção aproximadamente 30 minutos após a administração.
Entretanto, o início varia entre os indivíduos e o efeito máximo pode demorar mais tempo. A concentração máxima no sangue costuma ser atingida por volta de duas horas após a ingestão. A janela de eficácia pode se prolongar por até 36 horas. A tadalafila pode ser tomada com ou sem alimentos, pois a tadalafil farmaco alimentação não produz uma redução clinicamente importante da sua absorção. A tadalafila não causa dependência física da mesma maneira que álcool, opioides, benzodiazepínicos ou nicotina, e não existe uma síndrome típica de abstinência após sua interrupção. Há situações em que a avaliação médica é especialmente importante antes de pensar em tadalafil.
| Produto | Dosagem | Quantidade + Bónus | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| Kamagra Soft Tabs | 100mg | 272 + 12 comprimidos | 593.42€ 565.16€ | |
| Viagra Genérico | 25mg | 60 + 4 comprimidos | 71.99€ 68.56€ | |
| Kamagra Gold | 100 mg | 360 + 6 comprimidos | 839.95€ 799.95€ | |
| Kamagra Oral Jelly | 100mg | 30 + 5 saquetas | 136.20€ 129.71€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 120 + 8 comprimidos | 232.21€ 221.15€ | |
| Kamagra Soft Tabs | 100mg | 60 + 4 comprimidos | 180.59€ 171.99€ | |
| Kamagra Gold | 50 mg | 60 + 4 comprimidos | 171.14€ 162.99€ | |
| Cialis Genérico | 5mg | 360 + 10 comprimidos | 268.08€ 255.31€ | |
| Levitra Professional | 20mg | 30 comprimidos | 119.12€ 113.45€ | |
| Levitra Genérico | 40mg | 360 + 10 comprimidos | 704.99€ 671.42€ | |
| Kamagra Gold | 100 mg | 32 comprimidos | 121.24€ 115.47€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 60 + 8 comprimidos | 116.84€ 111.28€ | |
| Levitra Genérico | 60mg | 360 + 10 comprimidos | 906.69€ 863.51€ |
Isso inclui aparecimento recente do problema, piora progressiva, presença de diabetes, hipertensão, doença cardíaca, colesterol alto, obesidade, uso de antidepressivos ou anti-hipertensores, ou sintomas urinários ao mesmo tempo.
| Condição | Precaução | Monitorização necessária | Recomendação clínica |
|---|---|---|---|
| Insuficiência renal grave | Redução da dose | Função renal | Dose máxima de 5 mg a cada 72 horas |
| Insuficiência hepática ligeira a moderada | Usar com precaução | Função hepática | Avaliação individualizada |
| Priapismo | Raro mas grave | Ereção prolongada (>4 horas) | Procura imediata de ajuda médica |
| Doença falciforme | Risco de priapismo | Sinais de ereção prolongada | Avaliação cuidadosa |
| Deformidade peniana | Risco de lesão durante a ereção | Uso cuidadoso | Avaliação urológica prévia |
Em alguns homens, a disfunção erétil pode ser um sinal precoce de alterações vasculares.
Se o problema estiver ligado a dor, queda do desejo, conflitos na relação, stress intenso ou alterações hormonais, o resultado pode ser incompleto se a causa de base não for avaliada. Além do uso na disfunção erétil, o tadalafil também pode ser utilizado em algumas situações para aliviar sintomas urinários associados ao aumento benigno da próstata. Nesses casos, a lógica do tratamento é diferente da busca de uma ereção no momento da relação, e a escolha da dose precisa de orientação médica. O uso mais conhecido desse fármaco é na disfunção erétil. Essa condição significa dificuldade persistente ou recorrente para obter ou manter uma ereção suficiente para uma atividade sexual satisfatória. Também é útil entender que resolver o sintoma no momento não é o único objetivo possível.
Quando a disfunção erétil está ligada a estilo de vida, stress ou doenças crónicas mal controladas, o tratamento costuma funcionar melhor quando inclui medidas como perda de peso, atividade física, redução do tabaco e do álcool e revisão de medicação.
Na conversa do dia a dia, muitas pessoas querem entender em que situações o tadalafil pode ajudar.
Porém, homens que utilizam o medicamento de forma recreativa podem desenvolver dependência psicológica relacionada ao desempenho sexual, passando a acreditar que precisam do comprimido para conseguir uma ereção mesmo quando não apresentam disfunção erétil orgânica. CIALIS® (tadalafila) – Laboratório Eli Lilly – Bula do fabricante. Alerta sobre o uso indiscriminado de medicamentos para disfunção erétil. O tadalafil é um medicamento usado principalmente no tratamento da disfunção erétil e, em alguns casos, também pode ajudar em sintomas urinários associados ao aumento benigno da próstata. Embora seja um nome muito conhecido, ainda existem muitas dúvidas práticas sobre esse medicamento: como ele atua, em quanto tempo costuma fazer efeito, quando o médico pode considerar a dose diária e que cuidados são importantes antes do uso.
Na prática, o tadalafil não cria desejo sexual nem resolve todas as causas de dificuldade de ereção por si só. Ele atua facilitando a resposta física do organismo quando existe estimulação sexual. Por isso, ele pode funcionar bem para algumas pessoas e menos bem para outras, dependendo da causa do problema, da saúde cardiovascular, de outros medicamentos em uso e do contexto emocional. Outro ponto importante é que a disfunção erétil nem sempre é apenas uma questão sexual. Em muitos casos, ela pode estar ligada a circulação, diabetes, pressão alta, colesterol elevado, tabagismo, excesso de peso, ansiedade, depressão, efeitos adversos de medicamentos ou doenças neurológicas.
Por isso, falar de tadalafil de forma responsável significa olhar não só para o comprimido, mas também para o quadro de saúde como um todo. O tadalafil pertence ao grupo dos inibidores da PDE5. Em linguagem simples, isso significa que ele ajuda a aumentar o fluxo de sangue no pénis quando há estímulo sexual, favorecendo uma ereção mais firme e mais duradoura. Sem estimulação sexual, porém, o efeito esperado pode não acontecer. Esse mecanismo ajuda a explicar por que esse medicamento costuma ser indicado para disfunção erétil, mas não deve ser visto como solução automática para qualquer dificuldade sexual. A resposta mais direta é esta: ele costuma ser usado para facilitar a ereção quando existe disfunção erétil e, em alguns casos, para ajudar sintomas urinários relacionados com aumento benigno da próstata.
A combinação pode ser utilizada em situações específicas, mas requer cautela, principalmente com a doxazosina. Anti-hipertensivos: a tadalafila é um vasodilatador e pode provocar pequena redução adicional da pressão arterial em pessoas que utilizam medicamentos anti-hipertensivos. Na maioria dos pacientes estáveis, essa redução não é clinicamente importante, mas deve ser considerada em pessoas que já apresentam pressão baixa ou utilizam vários medicamentos. Cetoconazol, itraconazol e ritonavir: podem aumentar a concentração sanguínea da tadalafila ao inibir sua metabolização. Claritromicina e outros inibidores da CYP3A4: também podem aumentar a exposição à tadalafila.
Rifampicina: pode reduzir bastante a concentração da tadalafila e diminuir seu efeito. Fenitoína, carbamazepina e fenobarbital: são indutores enzimáticos e podem reduzir a concentração da tadalafila e sua eficácia. Álcool: pequenas quantidades não costumam produzir interação relevante. Entretanto, o consumo de grandes quantidades de álcool associado à tadalafila pode favorecer tontura, taquicardia e queda da pressão arterial. Inibidores potentes da CYP3A4 podem exigir redução importante da dose ou aumento do intervalo entre as doses de tadalafila.
Indutores da CYP3A4 fazem o contrário e podem diminuir sua eficácia. A tadalafila aumenta temporariamente a entrada de sangue nos corpos cavernosos quando ocorre estímulo sexual, permitindo uma ereção mais adequada. Ela não aumenta permanentemente o comprimento nem a espessura do pênis. Infarto, AVC e outros eventos cardiovasculares graves já foram relatados em associação temporal ao uso de tadalafila e de outros medicamentos para disfunção erétil. Entretanto, isso não significa que a tadalafila tenha sido necessariamente a causa desses eventos. Isto não significa que todas as pessoas com dificuldade de ereção precisem do mesmo medicamento.
| Medicamento | Tipo de interação | Efeito | Recomendação |
|---|---|---|---|
| Nitratos (ex.: nitroglicerina) | Farmacodinâmica | Hipotensão grave | Contraindicação absoluta |
| Alfabloqueantes (ex.: tansulosina) | Farmacodinâmica | Hipotensão ortostática | Monitorização da tensão |
| Inibidores do CYP3A4 (ex.: cetoconazol) | Farmacocinética | Aumento da exposição ao tadalafil | Redução da dose pode ser necessária |
| Ritonavir | Farmacocinética | Aumento significativo da concentração | Dose máxima de 10 mg em 72 horas |
Algumas beneficiam mais de ajuste de hábitos, controlo de doenças de base, apoio psicológico, sexologia clínica ou mudança de medicamentos que estejam a interferir na função sexual. Outras podem usar tadalafil de forma pontual ou regular, sempre de acordo com avaliação individual.
Por isso, quando alguém pensa em tadalafila para que serve, a pergunta mais útil não é apenas qual é o efeito, mas sim qual é a causa do meu sintoma e se este medicamento faz sentido para mim.
As duas associações medicamentosas mais importantes que são contraindicadas são: Nitratos, utilizados principalmente para o tratamento da angina. Riociguat, utilizado em determinadas formas de hipertensão pulmonar. A combinação da tadalafila com nitratos pode provocar queda acentuada e potencialmente perigosa da pressão arterial. A contraindicação se aplica tanto ao uso contínuo quanto ao uso ocasional desses medicamentos. Como a tadalafila permanece no organismo por bastante tempo, nitratos não devem ser utilizados dentro das 48 horas seguintes à última dose de tadalafila.
Mesmo após esse período, se o nitrato for considerado indispensável em uma situação de emergência, sua administração deve ocorrer sob supervisão médica e com monitorização adequada. Portanto, um paciente que tomou tadalafila e depois desenvolveu dor no peito deve procurar atendimento médico e informar à equipe quando tomou a última dose. Não deve utilizar nitroglicerina por conta própria. A tadalafila deve ser utilizada com especial cautela por pacientes com: Pressão arterial baixa ou hipertensão não controlada. Deformações anatômicas do pênis ou doença de Peyronie.
Doenças que aumentam o risco de priapismo, como anemia falciforme, mieloma múltiplo e leucemia. A idade avançada, por si só, não contraindica o uso da tadalafila, mas idosos apresentam maior probabilidade de utilizar outros medicamentos e ter doenças que precisam ser consideradas antes da prescrição. Nitratos: combinação contraindicada pelo risco de hipotensão grave. Riociguat: combinação contraindicada pelo risco de queda excessiva da pressão arterial. Alfa-bloqueadores: medicamentos como doxazosina, tansulosina, alfuzosina e silodosina também reduzem a pressão arterial.